Distribuidora de autopeças troca o inventário manual pelo RFID
Como uma operação com milhares de SKUs recuperou o controle do estoque
Imagine uma distribuidora de autopeças que atende centenas de oficinas por dia. Cada pedido depende de encontrar a peça certa, na prateleira certa, no tempo certo. Quando o estoque perde a precisão, a venda escapa para o concorrente.
Foi nesse ponto que a tecnologia RFID deixou de ser curiosidade e virou necessidade. A identificação por radiofrequência lê muitos itens ao mesmo tempo, sem contato visual, e devolve à operação algo raro: confiança no número do estoque.
O mercado de reposição não perdoa atraso
O setor de autopeças vive de disponibilidade. A oficina precisa da peça agora, e uma ruptura simples empurra o cliente para outro fornecedor. Com catálogos que passam de dezenas de milhares de itens, o controle vira um desafio permanente.
A contagem manual, feita a cada trimestre, já não acompanha esse ritmo. Enquanto a equipe conta um corredor, o restante do armazém continua se movimentando, e a foto do estoque nasce desatualizada.
O desafio
Considere uma distribuidora que fechava o galpão por dois dias para o inventário. Mesmo assim, a divergência entre o sistema e a prateleira passava de dois dígitos percentuais em várias famílias de peças.
O resultado aparecia no balcão: vendedor prometendo peça que não existia, comprador refazendo pedidos e capital parado em itens duplicados. A dor não era falta de esforço, era falta de visibilidade em tempo real.
A virada com RFID
A empresa etiquetou os itens com tags RFID e instalou leitores nos pontos de recebimento, separação e expedição. Cada peça passou a se identificar sozinha ao entrar e sair, sem depender de alguém apontar um leitor de código de barras.
O inventário deixou de ser um evento e virou rotina. Passar um leitor portátil por um corredor lê centenas de itens em segundos, e a divergência aparece na hora, não no fim do trimestre.
Benefícios do RFID na prática
- Inventário rotativo em minutos, sem parar a operação
- Redução expressiva das rupturas no balcão
- Localização rápida de peças em corredores extensos
- Menos capital parado em itens duplicados
- Recebimento conferido de forma automática
- Dados confiáveis para a decisão de compra
Dá para aplicar isso na sua operação?
Veja na prática como o RFID se encaixa no seu processo. Uma conversa rápida, sem custo e sem compromisso.
Falar com um especialistaNa prática
Na rotina nova, a conferência do recebimento passou de horas para poucos minutos, porque o leitor identifica o palete inteiro de uma vez. A separação ganhou um alerta que avisa quando a peça errada entra na caixa.
Em poucos meses, a acurácia do estoque subiu para um patamar próximo do total, as rupturas caíram de forma consistente e a equipe passou a confiar no número que aparece na tela. Resultados plausíveis para quem troca a contagem manual pela leitura automática.
Onde a BIhands entra
A BIhands oferece uma plataforma de RFID pensada para operar de forma plug and play. Você instala os leitores, aplica as etiquetas e começa a enxergar o estoque em tempo real, sem reformar toda a operação.
A solução integra o seu ERP, cruza a leitura física com o registro do sistema e aponta as divergências automaticamente. O diferencial está em unir hardware, software e suporte em um pacote único, ajustado ao ritmo da distribuidora.
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Falar com um especialista no WhatsAppPerguntas frequentes
O RFID funciona com peças metálicas?
Sim. Existem etiquetas específicas para superfícies metálicas, que mantêm a leitura confiável mesmo em componentes automotivos. A escolha da tag correta faz parte do projeto.
Preciso trocar meu sistema de gestão?
Não. A plataforma integra o ERP que você já usa, sincronizando as leituras com o cadastro existente sem exigir a substituição do software.
